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Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Leiria - bloco D

Data2002 Março TipoEnsino Área10 708,00 Orçamento5 000 000 € LocalizaçãoLeiria
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Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Leiria - bloco D 01 - Perspectiva 1
Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Leiria - bloco D 02 - Perspectiva 2
Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Leiria - bloco D 03 - Perspectiva 3
Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Leiria - bloco D 04 - Perspectiva 4
Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Leiria - bloco D 05 - Perspectiva 5
Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Leiria - bloco D 06 - Perspectiva 6
Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Leiria - bloco D 07 - Perspectiva 7
Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Leiria - bloco D 08 - Perspectiva 8
Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Leiria - bloco D 09 - Perspectiva 9

O presente estudo visa a construção do Bloco D do I.P.L., nos termos funcionais previstos no programa preliminar atempadamente fornecido pelas entidades promotoras.

O edifício localiza-se junto à praça central do “Campus” Escolar, no seu lado nascente, e de acordo com o Plano geral existente.

O edifício a criar possuirá serventias directas para os arruamentos existentes que o circundam por Noroeste e Sudoeste.

O volume a edificar é composto genericamente por três corpos interligados, com uma cércea de dois níveis totalizando 9 metros.

O primeiro corpo, que assume maior importância pela sua imagem e volume, é constituído formalmente por um cilindro opaco e branco circundado por uma superfície cónica translúcida, criando uma componente dinâmica no espaço envolvente.

Este elemento funciona como rótula entre as duas direcções e os dois corpos edificados que acompanham o alinhamento proposto nos arruamentos existentes e confinantes com a área a implantar a construção. Estes dois volumes assumem uma postura formal mais rígida, ordenada por coluna e planos verticais opacos e translúcidos. Os volumes possuem um nível abaixo dos arruamentos sendo perceptível a sua dimensão nos alçados posteriores aos mesmos, traduzindo-se num aumento da cércea para 13 metros.

O acesso ao edifício é feito por diversos pontos havendo que hierarquizar um acesso principal, vários acessos de emergência ou ocasião, e acessos de serviços.

O acesso principal é efectuado a partir da praça central do “Campus” conduzindo directamente a um átrio que distribui a circulação para as diversas partes do edifício.

Assim, do átrio comunica-se directamente para os anfiteatros localizados no “cilindro” que compõe o corpo angular do conjunto.

Do átrio temos acesso directo aos dois corpos já anteriormente referidos, em que o corpo da esquerda contém essencialmente os laboratórios técnicos, e o da direita as salas de aula e os laboratórios de Desenho e de Línguas.

No topo destes dois edifícios localizam-se, num último nível recuado, os diversos gabinetes e instalações para docentes.

Circundando o edifício no interior do lote, foi criada uma via de acesso para efeitos de serviços e de emergência, dando serventia directa ao nível –1 onde estão localizadas principalmente as zonas de armazenamento e os laboratórios com materiais muito pesados.

As circulações horizontais estão garantidas por corredores amplos em dimensão, permitindo a circulação de pessoas e material circulante como viaturas eléctricas de empilhadores ou carga.

As circulações verticais estão garantidas por escadas e dois ascensores, sendo um para uso de utentes e por deficientes, e o outro de serviço podendo transportar carga e material circulante.

Os acessos estão estrategicamente localizados por forma a dar resposta às necessidades físicas e de emergência.

A imagem proposta visa o impacto visual de quem entra na Praça central do “Campus”, não só pelos volumes propostos, como pelos materiais empregues conferindo dignidade ao conjunto, mas também uma modernidade no discurso formal em que formas simples se intercruzam e se conjugam entre si.